Um interessante recurso elaborado pela equipa da BE/CRE e pelo Departamento de CHS da EB 2,3 Prof. Mota Pinto (Caramulo) para comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a 23 de Abril, e que traça a história da escrita e dos seus suportes. Um bom exemplo de como a internet pode ser um uma óptima fonte de recursos pedagógicos. Parabéns aos colegas que o construíram e um agradecimento especial ao Arte por um Canudo, que o divulgou para partilha,
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Comemorar o Livro e a Escrita
Dia do Livro- Liberdade BE-CRE
Um interessante recurso elaborado pela equipa da BE/CRE e pelo Departamento de CHS da EB 2,3 Prof. Mota Pinto (Caramulo) para comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a 23 de Abril, e que traça a história da escrita e dos seus suportes. Um bom exemplo de como a internet pode ser um uma óptima fonte de recursos pedagógicos. Parabéns aos colegas que o construíram e um agradecimento especial ao Arte por um Canudo, que o divulgou para partilha,
EVV
Um interessante recurso elaborado pela equipa da BE/CRE e pelo Departamento de CHS da EB 2,3 Prof. Mota Pinto (Caramulo) para comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a 23 de Abril, e que traça a história da escrita e dos seus suportes. Um bom exemplo de como a internet pode ser um uma óptima fonte de recursos pedagógicos. Parabéns aos colegas que o construíram e um agradecimento especial ao Arte por um Canudo, que o divulgou para partilha,
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Tertúlias na Biblioteca - 4ª Edição

FLATLAND - Uma aventura em muitas dimensões, de Edwin A. Abbott, é hoje apresentado pelas professoras Amália Carmo e Carla Rocha na Biblioteca da Escola Secundária de S. Pedro da Cova, no âmbito de mais uma sessão das Leituras Multidisciplinares - Tertúlias na Biblioteca.

Escrita nos finais do século XIX, a obra de Edwin A. Abbott é ainda hoje considerada um romance absolutamente revolucionário, onde grande parte da acção se desenrola num universo a duas dimensões, habitado por toda a espécie de figuras geométricas.


O narrador deste livro, ele próprio um quadrado residente neste imenso território bidimensional, leva-nos a percorrer com notável rigor matemático outros mundos com apenas uma ou três dimensões, abrindo caminho à discussão de outras dimensões da existência humana.
Edwin Abbott escreveu uma empolgante aventura matemática passada num país plano (Flatland) povoado por uma sociedade hierárquica de figuras geométricas regulares, que pensavam, falavam e tinham sentimentos muitos humanos. A obra tem fascinado gerações de leitores, sendo considerado simultaneamente pela crítica um clássico de ciência e de ficção científica. 
Ao imaginar o contacto e a comunicação entre seres de diferentes dimensões, Abbott explorou com profundidade a analogia entre as limitações dos humanos e das figuras de duas dimensões. Escrito sob a forma de uma história de aventuras, o livro apresenta e desenvolve os conceitos de relatividade e espaço multidimensional, entusiamando também os leitores interessados em grafismo informático.
Se cientificamente Flatland é sem dúvida um livro rigoroso, antecedendo em vários anos conceitos discutidos pela Física moderna - como a questão da relação espaço-tempo -, é igualmente um admirável testemunho teológico e uma das mais mordazes sátiras sociais da misógina sociedade vitoriana, por reproduzir até ao limite da perfeição caricatural uma sociedade excessivamente marcada por preconceitos hierárquicos.
Edwin Abbott escreveu uma empolgante aventura matemática passada num país plano (Flatland) povoado por uma sociedade hierárquica de figuras geométricas regulares, que pensavam, falavam e tinham sentimentos muitos humanos. A obra tem fascinado gerações de leitores, sendo considerado simultaneamente pela crítica um clássico de ciência e de ficção científica. 
Ao imaginar o contacto e a comunicação entre seres de diferentes dimensões, Abbott explorou com profundidade a analogia entre as limitações dos humanos e das figuras de duas dimensões. Escrito sob a forma de uma história de aventuras, o livro apresenta e desenvolve os conceitos de relatividade e espaço multidimensional, entusiamando também os leitores interessados em grafismo informático.
Se cientificamente Flatland é sem dúvida um livro rigoroso, antecedendo em vários anos conceitos discutidos pela Física moderna - como a questão da relação espaço-tempo -, é igualmente um admirável testemunho teológico e uma das mais mordazes sátiras sociais da misógina sociedade vitoriana, por reproduzir até ao limite da perfeição caricatural uma sociedade excessivamente marcada por preconceitos hierárquicos.
CS e EVV
P.S.: A obra entrou há muito no domínio público e encontra-se disponível on-line, com as ilustrações originais desenhadas pelo autor, que reproduzimos acima.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Poesia em Festa

Poemas de Camilo Pessanha e António Gedeão
pela ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DE COIMBRA NO PORTO
pela ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DE COIMBRA NO PORTO
Dramatização de poemas de Jacques Prévert
por Alunos do 7ºE
25 Março de 2009 – 12 horas
Auditório da Escola Secundária de S. Pedro da Cova
EXPOSIÇÃO Camilo Pessanha: um poeta ao longe
EXPOSIÇÃO Camilo Pessanha: um poeta ao longe
18 a 25 de Março de 2009
Átrio da Escola Secundária de S. Pedro da Cova
EVV
terça-feira, 10 de março de 2009
Exposição Fotográfica
MULHERES MINEIRAS DE S. PEDRO DA COVA
Com base na obra de Maria Lamas, As mulheres do meu país, a Biblioteca da Escola Secundária de S. Pedro da Cova e a Junta de Freguesia promovem uma mostra fotográfica inspirada na recolha efectuada por aquela autora na primeira metade do século XX, nas Minas de S. Pedro da Cova. Maria Lamas percorreu o país de Norte a Sul, incluindo Açores e Madeira. Deslocou-se às mais remotas aldeias, entrevistou e fotografou as mulheres, os seus trajes, os seus rostos marcados pelas agruras de um trabalho pesado e parcas condições de vida.
Com base na obra de Maria Lamas, As mulheres do meu país, a Biblioteca da Escola Secundária de S. Pedro da Cova e a Junta de Freguesia promovem uma mostra fotográfica inspirada na recolha efectuada por aquela autora na primeira metade do século XX, nas Minas de S. Pedro da Cova. Maria Lamas percorreu o país de Norte a Sul, incluindo Açores e Madeira. Deslocou-se às mais remotas aldeias, entrevistou e fotografou as mulheres, os seus trajes, os seus rostos marcados pelas agruras de um trabalho pesado e parcas condições de vida.

Nestas fotos que retiram do silêncio as vozes de Maria Tagarela e outras trabalhadoras das Minas de Carvão de S. Pedro da Cova, as mulheres britam o carvão, transportam-no à cabeça e empurram enormes e pesadas vagonetas, como se vê na magnífica fotografia que se segue e que pode ser apreciada, entre muitas outras, até 13 de Março, no átrio da nossa escola.

quinta-feira, 5 de março de 2009
Máscaras do Mundo
Está a decorrer na Biblioteca uma exposição de máscaras representativas de diferentes culturas e povos . Organizada pela Associação de Apoio ao Deficiente de Gondomar e pelo 3º Ano do Curso Profissional de Animador Sócio-Cultural da Escola Secundária de S. Pedro da Cova, evoca as tradicionais máscaras venezianas e africanas, sem esquecer as máscaras do teatro grego antigo e do teatro Nô japonês e as menos conhecidas máscaras do Sri Lanka, dos índios Iroquois, do nordeste dos Estados Unidos, as das tribos da Papua Nova Guiné ou as dos indígenas brasileiros.
Tem sido um enorme sucesso, com a Biblioteca constantemente cheia de público entusiasta, desde alunos, professores e funcionários da Escola Secundária de S. Pedro da Cova, mas também curiosos sem qualquer ligação à comunidade escolar mas que se interessam por esta forma de cultura com raízes ancestrais e que conjuga crenças diversas. Ainda estão a tempo de visitá-la.
EVV
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Hoje na Biblioteca
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Tertúlias na Biblioteca II

É já hoje ao final da tarde, pelas 18h30, a segunda sessão das Leituras Multidisciplinares - Tertúlias na Biblioteca, desta vez com a apresentação d'Os Maias, de Eça de Queiroz. O professor Sérgio Teixeira partilhará connosco as suas impressões da leitura deste clássico da literatura portuguesa oitocentista, que tem fascinado gerações de leitores desde a sua primeira publicação, em 1888.

(Capa da primeira edição d'Os Maias,
publicada no Porto em 1888, em 2 volumes,
um de 458 e outro de 532 páginas,
pela Livraria Internacional de Ernesto Chardron)
EVV
P.S.: A Porto Editora disponibiliza uma edição online d'Os Maias, na sua bilbioteca digital. Para quem ainda não leu, aqui fica.
P.S.: A Porto Editora disponibiliza uma edição online d'Os Maias, na sua bilbioteca digital. Para quem ainda não leu, aqui fica.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

